Saiba o que fazer para acalmar o seu pet na hora dos fogos

12:29 |





Número de animais que fogem de casa por medo aumenta no fim do ano.  


Brincadeiras e ambientes tranquilos são boas soluções, diz veterinário.  



 - Do G1 - 

Em época de fim de ano, os animais de estimação tendem a se assustar com os barulhos de fogos e muitos até fogem de suas casas tamanho é o medo que sentem. É o que diz o veterinário José Paulo Bernardes Júnior, do Hospital Veterinário da Pompéia, em São Paulo. Um pouco de algodão no ouvido, brincadeiras para distrair e atenção redobrada são alguns cuidados que os donos devem ter com os seus pets.

“O mais indicado é que o dono fique com o animal no lugar mais tranquilo da casa. Ele precisa se sentir seguro. O dono festar ao lado do pet durante a queima de fogos também é importante”.




Ricardo Osman ao lado de sua vira-lata, Megguie. Ele tem outros setes cachorros que, segundo ele, sempre precisam de atenção especial na hora dos fogos. (Foto: Arquivo Pessoal).

Com portas e janelas fechadas, o jornalista e estudante de veterinária, Ricardo Osman, 55 anos, passa todos os finais de ano na sala de jantar da sua casa cercado por sua família- Cláudia, sua esposa, e os seus oito cachorros. Um deles Ricardo comprou e os outros sete foram tirados das ruas. “Toda vez, nesta época do ano, íamos para um hotel em São Francisco Xavier , na cidade de São José dos Campos (SP), mas os fogos eram muitos, e  os bichinhos se assustavam. Agora nós só passamos em casa.”






O labrador Gordo é o mais assustado. "Sempre puxo ele pra perto", diz Ricardo. (Arquivo Pessoal).

Osman conta que não sai de perto dos cachorros, principalmente quando o barulho começa. “O mais assustado, o Gordo, sempre late muito. Daí eu puxo ele pra perto de mim e fico acariciando a cabeça dele pra mostrar que está tudo bem.”

O que pode ajudar também, explica o veterinário José Paulo, são brincadeiras para distrair. “Chamar a atenção pra outra coisa é sempre uma boa opção – o animal tende a focar mais em quem está ao seu lado, e a brincadeira vai puxar ainda mais a sua atenção.” Algodão e alguns calmantes podem ser usados, explica o veterinário, mas por serem muito invasivos, ele não recomenda.

Outro problema que o dono deve sempre ficar atento é a uma possível fuga de casa. “Um cachorro ou gato muito assustado e que não está sendo vigiado tem muita probabilidade de fugir de casa por medo, por isso o número de animais perdidos aumenta no Ano Novo”, diz João Paulo. Osman já trabalhou muito no feriado por causa dos pets dos vizinhos que fugiram. “Nunca aconteceu comigo, mas já tive que sair no meio da festa pra procurar os pets de vizinhos e amigos”.




Ricardo Osman sempre fecha as janelas e cortinas na hora da queima de fogos para não assustar seus oito cachorros. (Foto: Arquivo Pessoal).

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Após salvar dona de estupro, cão vai ganhar carne e roupa de herói no DF

12:29 |



Medo do cachorro fez com que o ladrão desistisse do crime, afirma dona  


Jovem invadiu chácara em São Sebastião e levou R$ 4 em moedas e celular.

 - Do G1 - 

O cão vira-lata Rec, que evitou que a dona dele, Isabel Ferreira, de 43 anos, fosse estuprada durante um assalto à chácara onde mora em São Sebastião, no Distrito Federal, no último sábado (13), vai ser recompensado pela lealdade: ele vai ganhar 1 kg de carne e uma roupa de super-herói. 

Segundo a dona, o animal avançou e assustou o homem que tentou molestá-la.




Isabel Ferreira e o cão Rec, que impediu que a dona fosse estuprada no último sábado (13) (Foto: Raquel Morais/G1)

“Ele e a outra cadela começaram a latir, me deram o alerta. Meu marido tinha saído e eu estava sozinha em casa. Quando saí é que vi o vulto e logo o cara pôs a toalha na minha cara e ficou me enforcando. O Rec ficou latindo, indo para cima”, conta. “O cara pediu para eu tocar o cachorro, mas eu falei: 'Se você não me soltar, ele vai avançar em você. E eu vou mandar ele te rasgar inteiro'.”

O medo do cachorro foi, para Isabel, o que evitou que a situação fosse ainda pior. O jovem de 19 anos que invadiu a residência dela levou R$ 4 em moedas e um celular. Ele já havia furtado outra chácara próxima. Enquanto esteve no local, o rapaz ameaçou matar a mulher, agarrou-a e chegou a tirar parte da roupa dela.

“Eu falo que o Rec foi o meu herói, porque o cara desistiu de medo do cachorro. Acho que ele estava até com mais medo que eu. Não gosto nem de lembrar do que aconteceu, porque vem na minha mente a imagem do rapaz certinha. O cão foi o meu companheiro, que nem ele é sempre. Estranha todo mundo, desconfia de todo mundo, não deixa dar carinho. Só comigo que ele fica nessa, sempre me protege”, afirma.

Presente de um amigo há sete anos, o cachorro se tornou o preferido entre os seis, disse Isabel. Ela conta que pretende comprar uma roupa de super-herói ou de policial para o animal quando tiver dinheiro. Antes disso, ainda nesta semana, o marido dela prometeu dar a Rec uma refeição especial: 1 kg de carne.

Preso em flagrante, o rapaz que invadiu a casa de Isabel foi levado para o Departamento de Polícia Especializada. De acordo com o delegado Érito Cunha, apesar de o ato sexual não ter se concretizado, o homem vai responder por estupro. Ele também foi autuado por roubo e furto e pode pegar até 33 anos de prisão pelos três crimes.



Mais notícias sobre cães no site do Projeto Cachorro Bom: www.cachorrobom.com.br




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CÃO & CIA. - OS HERÓIS DO 1º BBS - BATALHÃO DE BUSCA E SALVAMENTO DO DISTRITO FEDERAL

19:29 |


1º Batalhão de Busca e Salvamento - Uma Instituição de Heróis   
 - Por Cláudia Zucco -    

A reportagem do Jornal Integração Brasil esteve visitando o 1º Batalhão de Busca e Salvamento - 1º BBS do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Acompanhando a equipe, estiveram as cinotécnicas (especialistas em treinamento de cães) Malu Bernardes e Tati Magalhães, que atuam no treinamento e capacitação de cães há mais de 15 anos.

O Cbm Roberto Batista, Sgt. Vieira, Ten. Tavares, Malu Bernardes, o labrador Sancho e Tati Magalhães no parque de viaturas do 1º BBS

O 1º BBS é uma instituição que agrega muito mais que soldados bombeiros. Agrega heróis, que com sua coragem e especialização ajudam a salvar vidas nas tragédias que acometem a nossa população em todos os rincões, não só no Distrito Federal, mas também em situações especiais em todo o país, como no caso do acidente do avião Boeing 737-800 da empresa Gol caiu em 2006 no Mato Grosso, matando 154 pessoas, na tragédia das enchentes em Santa Catarina,  e na tragédia das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro este ano, onde os homens e cães do 1º BBS estiveram presentes, na localização de vítimas e sobreviventes. 
Os heróis do 1º BBs também estiveram presentes no Haiti, integrando o contingente de busca e salvamento das vítimas do terremoto em 2010.


Na missão do acidente da Gol estiveram presentes o
Cbm Roberto Batista, há 16 anos na Corporação juntamente com o cão Chacal, um herói labrador que se destacou quando o homens, depois de 16 dias trabalhando no resgate, exaustos, o cão continuou fazendo as buscas. Juntamente com Chacal foram os cães Brutus e Sancho.
"Quando eles latem, sinalizando que encontraram um corpo, a gente lamenta a perda de uma pessoa, que era importante para a sua família e seus amigos, mas se emociona com o dever cumprido!"  - Cbm Roberto Batista.



A reportagem foi recebida pelo
Ten Bm Tavares, que tem 10 anos na Corporação, da qual faz parte o Canil e 6 anos como comandante da Compania. Juntos, na Equipe de Treinamento de Busca e Resgate com Cães estão os Sgt Bm Vieira e o Cbm  Roberto Batista, que se encarregaram de apresentar as instalações do 1º BBS.



Uma instituição que dá orgulho a todos e que o Jornal Integração Brasil traz para o leitor um pouco de sua história.


O 1º Batalhão de Busca e Salvamento foi criado em 1965, funcionando em um pequeno barraco de madeira cedido pelo clube Cota Mil, no Lago Sul de Brasília - DF, recebendo a denominação de Serviço Lacustre.

No dia 14 de Agosto de 1965, o Serviço Lacustre executou sua primeira prevenção aquática, durante uma corrida de lancha ocorrida em frente ao Clube Cota Mil.

Em 1967, o Comandante Geral, nomeou o 1º SGT BM ORIVALDO JACOUD FILHO, como Chefe do SERVIÇO LACUSTRE, com a missão de construir as atuais instalações do 1º BBS.

Em 1969, o Serviço Lacustre foi denominado POSTO PROVISORIO – SERVIÇO LACUSTRE Nº 04, ficando conhecido como POSTO LACUSTRE.





Em 1971, o POSTO LACUSTRE foi elevado à categoria de Grupamento, para centralizar as ações de salvamento do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, denominado GSP (Grupamento de Salvamento e Proteção), tendo como 1º comandante o então Capitão Álvaro da Natividade. Cinco anos depois, o GSP foi denominado GRUPAMENTO DE BUSCA E SALVAMENTO e em 11 de Fevereiro de 1992 o GBS foi elevado à categoria de Batalhão, assumindo o nome de 1º Batalhão de Busca e Salvamento.

Hoje o 1º BBS é comandando pelo Ten. Cel. Negrão



O 1º BBS é responsável, como o próprio nome sugere, por atividades de busca e salvamento. Os militares são treinados e especializados para lidar com as dificuldades e peculiaridades da missão fim do Corpo de Bombeiros. Distingue-se das demais unidades por utilizar o uniforme de cor laranja (padrão internacional de salvamento) e atuar na área de todo o Distrito Federal e proximidades dos estados de Goiás, Minas Gerais, Bahia e Tocantins. O 1º BBS é o órgão setorial de execução responsável, perante o Comando Geral, pelo planejamento, comando, execução, coordenação, controle e fiscalização de todas as atividades de Busca e Salvamento em toda área de atuação do Comando Operacional. 




As atividades operacionais do 1º Batalhão de Busca e Salvamento são realizadas por meio das Companhias de Salvamento Aquático e Salvamento Terrestre.


Entre as principais atividades da Companhia de Salvamento Aquático destacamos: Busca e Resgate de cadáver, Busca, Resgate com Reflutuação de Objetos e Salvamento Aquático por meio de Mergulhadores de Resgate e Salva-Vidas. Dentre as principais atividades da Companhia de Salvamento Terrestre podemos destacar: Busca e Resgate em Colapsos Estruturais, Busca e Resgate com Cães, Salvamento Veicular e Emergências com Produtos Perigosos (Químicos, Biológicos e Radiológicos).



Hoje o 1º BBS conta com 120 homens, com 86 especialistas no grupamento terrestre e 12 especialistas na área do Canil. Mas aliado ao trabalho dos soldados heróis, estão os CÃES DE SALVAMENTO, um destaque que tem a atenção e o carinho da população
.



CÃES DE SALVAMENTO - HERÓIS E COMPANHEIROS
DE TODAS AS HORAS


O 1º BBS conta com 48 cães de salvamento, da raça Retriever Labrador, uma das mais conhecidas raças de cão. Notabiliza-se por sua amabilidade, inteligência e obediência.

É uma raça maravilhosa principalmente porque possuem um serenidade, alegria incomparável, boa resistência (tanto no quesito de saúde quanto física) excelente faro, curiosidade e interesse pelas brincadeiras. E quase não têm problemas com pele e nem pêlos, mesmo devido a intensos exercícios em meios aquáticos.

Devido a estas características, são frequentemente treinados para cães de caça, de assistência, como cães-guia ou de serviço. 

A raça Labrador é uma das mais populares em todo o mundo.



No plantel do 1º BBS já foi usado (com muito êxito inclusive) cães pastores, o PASTOR ALEMÃO. Esses cães sempre mostraram grande valia, porém com o passar dos anos, os pastores alemães apresentavam doenças de pele e pêlo (devido ao uso constante em águas, tanto por causa dos treinamentos quanto em buscas mais longas), porém são cães que normalmente possuem um equilíbrio fora do comum, transmitindo muita confiança, resistência física e confiança.




Os Cães do CBMDF contam com assistência Médica Veterinária durante 24 horas por dia.


Na maior parte do mundo os cães de trabalho requerem tratamentos diferenciados em se tratando de assistência médica veterinária, com os Cães de Busca Resgate e Salvamento do CBMDF não é diferente, o serviço conta com assistência médica veterinária durante 24 horas , onde uma clínica veterinária presta os serviços de atendimento ambulatorial, consultas e cirurgias. Esses serviços são devido a carga diária de trabalho dos cães e aos perigos que eles são expostos durante a realização de buscas. A clínica faz monitoramento constante nos cães com vacinações, vermifugações e exames complementares para garantir a integridade fisica desses animais tão valiosos, que desempenham seu papel com destreza e afinco.



ÁREAS DE ATUAÇÃO


A utilização da técnica canina pelo órgão operacional tem como objetivo, treinar cães e homens (binômios) para serem utilizados durante as operações de busca e salvamento de pessoas e/ou cadáveres em várias situações, tais como:



BUSCA DE AFOGADO


Busca de afogado no Lago Paranoá - Brasília - DF
Brasília possui muitas nascentes que formam vários córregos nas proximidades das cidades satélites. Adultos e crianças geralmente usam esses córregos como áreas de lazer sem se preocuparem com a segurança, gerando muitas vezes afogamentos, como ocorreu em uma das primeiras ocorrências do canil do 1º Batalhão de Busca e Salvamento em janeiro de 1997 no córrego do Varjão, nas proximidades do lago Paranoá, aonde várias crianças brincavam e foram surpreendidas por uma tromba d’água causando o óbito de uma menina de 08(oito) anos de idade. Após três dias de buscas, o canil foi acionado e compareceu ao local com dois militares  e os cães KART(out 1995/+julho/2009) e Coverinha (1995/+2007). Os cães foram empregados nas margens do córrego e após horas de busca deram indicação em uma galhada, os mergulhadores foram acionados e após o mergulho confirmaram o trabalho dos cães localizando e resgatando a criança.



BUSCA EM ESCOMBROS
 

Labrador Sancho em treinamento de localização em encombros
Busca em escombros visa localizar com mais agilidade as pessoas que estejam sob escombros de edificações que foram a colapso estrutural por fenômenos naturais, atentados terroristas, fatores adversos ou erro humano na hora da sua construção.

Pessoas presas sob escombros ficam desidratadas, pois não possuem acesso a água. Muitas apresentam hemorragias que, dependendo da intensidade, pode causar a morte por choque hipovolêmico.

A detecção da vítima sob os escombros deve ser o mais rápido possível e de forma confiável, pois depois que o cão indicar a área, dependendo da quantidade de escombros o resgate levará horas para ser concluído, daí vem a confiabilidade no trabalho dos cães, pois se indicar o local errado a equipe de resgate trabalhará em vão por horas. 



BUSCA EM MATAS


Missão de localização de ossada na Reserva do Caub
Brasília está localizada na região Centro-oeste do Brasil, cravada no meio de um dos maiores biomas do mundo que é o Cerrado. Possui pelo menos oito tipos de matas com características variadas.

Visando darmos mais agilidade nas buscas, escolhemos uma raça canina que se adequasse a todas essas variedades que o Cerrado oferece, tanto em mata ciliar quanto nas outras vegetações. Como o número de ocorrências crescem relativamente com o aumento do turismo ecológico e em apoio as cidades vizinhas que não possuem o serviço de busca e salvamento  somos acionados também para fora do Distrito Federal.

Missão de busca e localização de cadáver em Brazlândia- DF, em conjunto com a Polícia Civil
A vivência nas buscas mostrou uma realidade em houve a necessidade de adptação, tanto do bombeiro quanto o cão, pois quando nossos heróis saem para uma ação de Resgate de uma pessoa desaparecida em matas, teoricamente ela estaria viva, mas em alguns casos, é encontrado o cadáver.

Com base nessas ocorrências foram treinados os cães que buscavam somente pessoas vivas em matas para localizarem também cadáveres,  através de odores específicos. Com essa mudança técnica ganha-se tempo, economiza-se pessoal, cães e espaço físico nas instalações do canil, pois agora os cães são dinâmicos na realização de buscas de pessoas vivas e cadáveres.



APOSENTADORIA DOS CÃES HERÓIS


Normalmente a aposentadoria de, um cão se aposenta quando não consegue mais lidar com os rigores físicos do trabalho. Charles Melvin, líder da Equipe de Busca e Resgate K-9, informa que os cães de sua equipe geralmente se aposentam quando atingem 8 a 10 anos de idade. Em "The Art of Heroism" (A Arte do Heroísmo), Anthony Fernandez, que serve com o seu cão Aspen no Departamento de Resgate de Incêndio do Condado de Metropolitan Dade, explica que "a busca e resgate é um jogo para cães jovens. Ele pode ser estressante".



O trabalho em desastre urbano em particular é difícil tanto para o cão quanto para o treinador. Alguns cães de busca e resgate se aposentaram mais cedo após o ataque ao World Trade Center devido ao estresse extremo e a problemas de saúde oriundos das buscas no Marco Zero. Um cão pode se aposentar do trabalho de busca em desastres e passar para uma especialidade mais tranqüila como a busca em áreas amplas e desabitadas, ou ele pode se aposentar integralmente.  


Qando um cão de busca e resgate se aposenta, ele geralmente usufrui de sua aposentadoria com o seu treinador. Se o treinador não pode mais cuidar dele, existem organizações que encontram novos lares adotivos para os cães de busca aposentados. Em ambos os casos, o cão desfruta de uma vida de diversão, jogos e lazer, uma recompensa muito merecida para uma carreira de diversão, jogos e serviço.



Esse é o caso do nosso herói
CHACAL, criado, treinado e aposentado pelo seu guia, Cbm Roberto Batista, onde depois de tanto trabalho foi descansar merecidamente em sua residência. 

Endereço do 1º BBS:

Comandante: Ten Cel Negrão

SCEN Trecho Enseada 1 Lote 8

Brasília - DF - 70800100

Telefone : (61) 3901-3448


site: www.1bbs.com.br





GALERIA DE FOTOS 1º BBS

 O cães da raça Retreiver Labrador são escolhidos desde cedo para serem treinados para atuar nas missões do 1º BBS de Brasília - DF


O Cbm Roberto Batista com 2 filhotes de Retreiver Labrador no Canil do 1º BBS


O Cbm Roberto Batista, o Sgt Bm Vieira, o Ten Bm Tavares e o labrador Sancho


O labrador Sancho, herói de muitas missões de Busca e Salvamento


O treinamento utiliza um tubo de pvc com orifícios, onde o treinador coloca uma amostra de tecido humano ou drogas. Os cães "brincam" de achar o tubo. Nas missões, na verdade os cães estão "brincando" de achar o "brinquedo" com o cheiro característico e acabam por localizar vítimas e drogas. Um grande auxílio para os bombeiros e policiais a serviço da segurança da população.
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Cão & Cia. - Adestramento

18:59 |
A desobediencia canina: uma questão de liderança.
- Por Guilhermo Coelho -



Se o seu cachorro não te respeita quando você diz "não" ou lhe dá um comando, ele pode não entender o que você quer que ele faça ou, simplesmente, estar se negando a executá-lo. Se você deu início à educação do seu cachorro e tem consciência de que ele já respondeu àquele comando, tente praticar um pouco mais com ele. Entretanto, se ele se nega a atender, você pode estar diante de um problema de dominância.



Os cachorros, de acordo com o seu instinto, devem se encaixar numa hierarquia dentro do grupo em que vivem. Considerando que a matilha em questão é a sua familia e o chefe dessa matilha é você mesmo, o fato de o seu cachorro estar desafiando ou questionando o seu papel de mestre mostra que há alguma coisa muito errada aí.




Olhe para as atitudes dele: o seu cão é do tipo folgado, que quer deitar na sua cama ou no seu lugar no sofá? Ele tenta roubar comida e pôr as patas na mesa na hora da refeição? Ele é agressivo com outras pessoas e outros cães? Ele quer prioridade e atenção o tempo todo e se mostra teimoso para tudo? Ele quer medir forças com você?




Esses comportamentos tão incômodos têm origem em algo difícil deacreditar; mas, acredite ou não:


O seu cão pensa que é seu dono!



Umas poucas sessões de adestramento que você mesmo faz em casa vão resolver essa situação. Clique aqui para aprender como adestrar seu cão.


Primeiro você precisará entender que o cachorro não precisa se sentir o líder para ser feliz. O que ele precisa é de um papel estável na hierarquia da casa. Se ele tem consciência e certeza de que você está lá para protegê-lo e cuidar dele e, ainda por cima, você é seu melhor amigo, ele será o cão mais tranquilo e feliz do mundo na posição de dominado. 

Mas, se ele acredita que a matilha está sem lider e sem defesa, a sua vida se torna estressante, pois ele passa a querer buscar essa liderança.



Para que ele se sinta num clima de conforto e segurança, você terá que tomar atitudes (simples, na sua grande maioria) para que ele passe a confiar em você como chefe. E, além de ter você como chefe, o seu cão também precisa se localizar na hierarquia diante dos outros membros da sua família.




Para ajustar o comportamento do seu cão nesse sentido, é preciso começar imediatamente. Desde filhotinho, deve-se ter a atitude correta; e, se ele já é adulto, trata-se de uma razão ainda maior para começar hoje mesmo! As atitudes corretas devem ser tomadas com o apoio do reforço positivo, para que a relação entre vocês se construa num clima de confiança e amizade, e não de batalhas diárias pelo melhor lugar diante da TV.




Gui


guilhermo@adestramentodecaes.com
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CÃO & CIA. - LABRADOR AJUDA NA IDENTIFICAÇÃO DE CÂNCER NO HOMEM

01:02 |
Cães são capazes de farejar câncer de intestino em fase inicial
Um estudo publicado nesta segunda-feira no site da revista médica "British Medical Journal - BMJ" aponta que os cachorros são capazes de detectar câncer de intestino pelo olfato com grande nível de precisão, embora a doença precise estar na fase inicial.


Com base nas pesquisas, os autores revelam a existência de componentes químicos correspondentes aos tipos de câncer específicos que circulam pelo corpo humano e que um cão é capaz de farejar.


Isto abriria, conforme uma equipe de analistas do Departamento de Cirurgia da Universidade de Kyushu, no Japão, a possibilidade de desenvolver testes para detectar a doença antes de alcançar outras partes do corpo.





Para chegar a esta descoberta, foi feita uma experiência com um cachorro labrador adestrado, que realizou durante vários meses testes de olfato entre os quais o de farejar mostras de sedimentos dos participantes.



As mostras pertenciam a 48 pessoas diagnosticadas com câncer de intestino e a 258 voluntários que não tinham a doença ou haviam tido câncer no passado.


Aproximadamente metade das amostras de voluntários procedia de pessoas com pólipos de intestino que, embora benignos, são considerados precursores de câncer de intestino.


Em 6% dos testes, uma de cada dez das mostras de sedimentos procede de pessoas afetadas com outros problemas intestinais, como doenças inflamatórias do intestino, úlceras, diverticulite e apendicites.


As de câncer de intestino foram extraídas de pacientes que padeciam de vários níveis da doença, entre os quais nas fases iniciais.





O cachorro identificou com sucesso quais eram cancerígenas, e quais não eram, em 33 de 36 testes e em 37 de 38 verificações a partir de sedimentos, com as maiores taxas de detecção entre as extraídas das pessoas que tinham a doença na fase inicial.



Isto equivale, segundo o estudo, a 95% de precisão, em geral, para as mostras e 98% no caso das dos sedimentos, frente aos resultados obtidos pelas colonoscopias convencionais.


Os analistas indicaram que no caso das mostras de fumantes e pessoas com outro tipo de problemas, nos quais poderia pensar que esses fatores interfeririam ou poderiam mascarar outros cheiros, não representaram nenhum problema para o cachorro.





O estudo mostrou que existem cheiros específicos discerníveis exalados pelas células cancerígenas do corpo, uma teoria apoiada por outras pesquisas que apontam os cachorros como capazes de farejar câncer de bexiga, pele, pulmão, mama e ovário.



Os autores admitem que a utilização de cachorros para detecção de câncer é pouco prática e cara. Eles acreditam que essa descoberta abre caminho para desenvolver um sensor capaz identificar componentes específicos.





Fonte: EFE

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Cão & Cia. - Adestramento

20:59 |
Cão & Cia. - A desobediencia canina: uma questao de liderança.
- Por Guilhermo Coelho -


Se o seu cachorro não te respeita quando você diz "não" ou lhe dá um


comando, ele pode não entender o que você quer que ele faça ou,


simplesmente, estar se negando a executá-lo. Se você deu início à


educação do seu cachorro e tem consciência de que ele já respondeu


àquele comando, tente praticar um pouco mais com ele. Entretanto, se


ele se nega a atender, você pode estar diante de um problema de


dominância.





Os cachorros, de acordo com o seu instinto, devem se encaixar numa



hierarquia dentro do grupo em que vivem. Considerando que a matilha


em questão é a sua familia e o chefe dessa matilha é você mesmo, o fato


de o seu cachorro estar desafiando ou questionando o seu papel de mestre


mostra que há alguma coisa muito errada aí.


Olhe para as atitudes dele: o seu cão é do tipo folgado, que quer deitar na


sua cama ou no seu lugar no sofá? Ele tenta roubar comida e pôr as patas


na mesa na hora da refeição? Ele é agressivo com outras pessoas e outros


cães? Ele quer prioridade e atenção o tempo todo e se mostra teimoso


para tudo? Ele quer medir forças com você?





Esses comportamentos tão incômodos têm origem em algo difícil de



acreditar; mas, acredite ou não:


O seu cão pensa que é seu dono!





Umas poucas sessões de adestramento que você mesmo faz em casa vão


resolver essa situação. Clique aqui para aprender como adestrar seu cão.


Primeiro você precisará entender que o cachorro não precisa se sentir o


líder para ser feliz. O que ele precisa é de um papel estável na hierarquia


da casa. Se ele tem consciência e certeza de que você está lá para protegê-lo


e cuidar dele e, ainda por cima, você é seu melhor amigo, ele será o cão


mais tranquilo e feliz do mundo na posição de dominado. Mas, se ele


acredita que a matilha está sem lider e sem defesa, a sua vida se torna


estressante, pois ele passa a querer buscar essa liderança.


Para que ele se sinta num clima de conforto e segurança, você terá que


tomar atitudes (simples, na sua grande maioria) para que ele passe a


confiar em você como chefe. E, além de ter você como chefe, o seu cão


também precisa se localizar na hierarquia diante dos outros membros da


sua família.


Para ajustar o comportamento do seu cão nesse sentido, é preciso


começar imediatamente. Desde filhotinho, deve-se ter a atitude correta;


e, se ele já é adulto, trata-se de uma razão ainda maior para começar hoje


mesmo! As atitudes corretas devem ser tomadas com o apoio do reforço


positivo, para que a relação entre vocês se construa num clima de


confiança e amizade, e não de batalhas diárias pelo melhor lugar diante


da TV.


Gui


guilhermo@adestramentodecaes.com
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CÃO & CIA. - Socorro aos animais flagelados das chuvas

18:20 |
Veterinária denuncia omissão no socorro à fauna em áreas de risco no Rio
Da Agência Brasil


Rio de Janeiro - A veterinária Andrea Lambert, da Comissão Especial de Defesa e Proteção Animal da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), denunciou neste domingo (23) a omissão dos governos municipais no socorro aos animais que se encontram em áreas de risco na serra fluminense, após as fortes chuvas que devastaram a região há 12 dias.


“Quando acontecem esses desastres naturais, não há nenhum envolvimento do Poder Público em relação ao resgate dos animais. Pelo contrário. Eles até se recusam a socorrer os animais, que ficam abandonados nas áreas de risco”, disse Andrea.


Essa atitude, afirmou a veterinária, fere as constituições federal e estadual. “Ele (o governo municipal) é omisso até em nível constitucional. Está na Constituição proteger a fauna. É dever dele”. Segundo Andrea, o único apoio foi recebido do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), vinculado à Secretaria do Ambiente do Estado do Rio.





A Comissão Especial da Alerj entrou em contato com organizações não governamentais (ONGs) protetoras de animais e está apoiando o trabalho de resgate. “Tudo sem nenhum apoio da prefeitura, como geralmente acontece”, enfatizou Andrea. Os cães e gatos, entre outros animais abandonados, estão sendo encaminhados pelas ONGs para abrigos montados em galpões e centros integrados de Educação Pública (CIEPs), onde recebem doações de pessoas sensíveis à causa.



Andréa Lambert informou que no Vale do Cuiabá, distrito de Itaipava, na cidade de Petrópolis, a comissão da Alerj esteve vistoriando a situação dos haras, por solicitação do Inea. Constatou que os próprios proprietários se encarregaram de enviar veterinários à região para atender os cavalos feridos e providenciar os cuidados necessários.


Segundo ela, no restante das áreas de risco, “continua a omissão” por parte das administrações municipais. A comissão da Alerj vai realizar novas visitas à região serrana para avaliar as condições de socorro aos animais, sempre que for solicitada.


Andrea observou que a comissão não tem função executiva, mas somente fiscalizadora. “A gente está tentando melhorar as condições dos protetores para que eles façam um dever que nem é deles. É do governo, da prefeitura”.


Hoje (23), foram realizadas no Rio feiras para adoção de animais resgatados das chuvas na região serrana. No Parcão da Lagoa, zona sul da cidade, somente de manhã foram distribuídas cerca de 300 senhas para a adoção de 40 animais. O organizador da feira, Marco Antonio Totó, anunciou que a partir de 5 de fevereiro as feiras serão realizadas em todos os bairros das zonas sul e oeste cariocas, com o objetivo de reduzir a superlotação de animais nos abrigos dos municípios afetados pela tragédia.
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Cão & Cia - Vacinas

23:24 |
A polêmica das vacinas nos cães.
Muitos de vocês já devem ter lido vários artigos falando sobre os novos estudos que sugerem que as revacinações anuais são desnecessárias e podem até ser perigosas. Por outro lado, os veterinários explicam que o fato desses estudos serem feitos nos EUA onde a cinomose, por exemplo, já está praticamente erradicada, leva ao erro quando trazemos essa realidade para o Brasil que é um local onde cinomose tem aos montes, parvovirose ídem, o saneamento básico e saúde pública são precários e temos milhares de cães errantes e doentes pelas ruas.


O que muitos não sabem é o porque do animal não poder ser vacinado logo quando nasce. É porque no intervalo de nove a doze semanas os filhotes ainda podem estar com a imunide adquirida passivamente. O que é isso? É simplesmente a imunidade que eles recebem através do colostro do leite materno. Durante os primeiros dias de vida em que o animal não está com o sistema imune ainda completo, imunoglobulinas são passivamente transmitidas das mães para os filhotes através do colostro materno. Acontece que entre a 6ª e 9ª semana há uma baixa potencial nessa imunidade adquirida passivamente, e é aí que mora o perigo pois é quando os animais tornam-se susceptíveis à infecções naturais, porém, é também quando os animais são capazes de receber as vacinas e responder adequadamente a elas.


Como não se tem na prática como fazer contagem de anticorpos circulantes no Brasil atualmente, utiliza-se um protocolo em que o filhote deve receber três doses vacinais com intervalo de 3 a 4 semanas cada uma. A primeira vacina recomenda-se ser aplicada entre 6 a 8 semanas de idade.


No estudo, fizeram sorologia nos animais antes e depois das vacinações para obter dados quanto aos anti- corpos circulantes. Com 6 semanas de idade não foi mais encontrado anticorpos contra cinomose, concluindo assim que os animais já estavam susceptíveis à infecção e prontos para a primeira dose da vacinação.






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